Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Fevereiro 21 2011

TEMA

 

TEMA DO ENCONTRO DO DIA 12 DE FEVEREIRO NO VÁ-VÁ

 

 

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,

A essa hora dos mágicos cansaços,

Quando a noite de manso se avizinha,

E me prendesses toda nos teus braços...

 

GLOSA

 

Tenho o meu coração em mil pedaços,

Amar-te amor...,é pois a sina minha,

Quisera amor eu dar-te meus abraços,

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha.

 

Quando a Lua ressurge de mansinho

Iluminando o trilho dos teus passos,

Esperando por ti, com mui cuidado,

A essa hora dos mágicos cansaços.

 

Quisera ainda amor, que não tardasses

E que me não deixasses estar sozinha

Esperando em vão..., que tu chegasses

Quando a noite de mansinho se adivinha.

 

E nessa ansiedade que eu continha,

Imaginando apenas os teus traços,

Gostava de sonhar, pois que te tinha,

E me prendesses toda nos teus braços.

 

12. Fev. 2011

 

ANTÓNIO BOAVIDA PINHEIRO

 

Postado por Liliana Josué

 

 

publicado por cantaresdoespirito às 23:45

Dezembro 19 2010

Um sorriso… 

  

Um sorriso é o que se sente,

do que vai no coração,

seja  aberto e  transparente

ou  discreto na emoção…

 

Se é  amarelo, é diferente

do que é satisfação,

que aquilo que a gente sente,

no sorriso é sensação…

 

O sorriso é uma forma

de aos outros comunicar,

seja ou não para agradar,

  

em simpatia se torna…

E afinal é só por isso,

que é tão bom ter um  sorriso

 

ANTÓNIO BOAVIDA PINHEIRO

 

 

Poema classificado em 1º Lugar, na modalidade de Poesia, no IX Concurso Literário “CLEBER ONIAS GUIMARÃES” – São Paulo – Brasil – 2010.

 

publicado por appoetas às 18:32

Dezembro 10 2010

«Natal »

 

 

 

Mundo de luta,

Gente que sofre,

É só disputa,

E há tanto pobre.

 

 

P’ra quem  desfruta

De vida nobre,

Quase não escuta…

«ais» de quem sofre.

 

 

Que ainda vale

A  pena viver

Mesmo para ver,

 

 

Mais um  Natal

De esperança e luz,

Nascer  JESUS…

 

 

António Boavida Pinheiro

publicado por appoetas às 21:11

Setembro 22 2010

 (colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 02:43

Junho 29 2010

És Santo Popular...com mui carinho,
Em altares, em escadinhas colocadas,
"É para o Santo António...um tostãozinho..."
Assim pede na rua a criançada...


De Lisboa tu és... óh! meu Santinho,
Embora de Pádua, tu és chamado,
Mas não rejeites nunca este cantinho,
Da pátria Lusa, o teu berço amado...


Também tens fama de casamenteiro,
Em Junho, é ver os "noivos" no teu terreiro,
A pedirem a tua intercessão...


Mas naquilo em que muita gente crê,
Recuperar o "perdido"... já se vê,
Solicitando a tua intervenção...


António Boavida Pinheiro
(Associado n" 676 da .A.P.P.)

publicado por mariaivonevairinho às 12:16

Junho 22 2010

(No almoço de confraternização pelo 25º

 aniversário da APP em 19/06/2010)

 

Alguns anos vão passados,

Vinte e Cinco, eu diria...

Poetas em seus rimados

Dão largas à alegria...

 

Poemas bem inspirados

Que lhes dita a poesia...

Momentos tão bem passados,

E em tão boa companhia...

 

Privilégio é ter então

o prazer de pertencer

A esta Associação

 

Portuguesa de Poetas,

E nela pois conviver

Com amizade...é sua meta...

 

 

 

E agora para terminar;

Se tanto me permitirem

"Parabéns" vamos cantar

Antes de todos partirem...

 

 

António Boavida Pinheiro

publicado por virginiabranco às 16:14
editado por appoetas às 18:46

Junho 07 2010

 

“O poeta é um fingidor… “

como Pessoa referiu.

Mas é comunicador,

ao expressar o que sentiu,

diga ele o que disser…

Sejam as rimas de amor,

de felicidade,

ou de prazer…

Ou então rimas de dor,

de saudade,

ou de sofrer…

Certo é que a poesia

que brota da sua pena,

com pesar ou alegria,

é pois comunicação…

De uma alma

não pequena,

com amor no coração…

 

António Boavida Pinheiro

Postado por Liliana Josué

 

 

publicado por cantaresdoespirito às 22:53

Maio 30 2010

MOTE

 

“Senhor, a noite veio e a alma é vil,

Tanta foi a tormenta e a vontade!

Restam-nos hoje, no silêncio hostil,

O mar universal e a saudade.”

 

GLOSA

 

Neste tempo de “globalização”,

Os lobos esfaimados num covil

Dão lugar à sua sofreguidão,

Senhor, a noite veio e a alma é vil,”

 

Os valores da cultura ocidental,

Que antes foram pois uma verdade,

Dum querer, virou poder sem igual

Tanta foi a tormenta e a vontade!”

 

E o que outrora foi um império imenso,

Aos poucos se perdeu em sonhos mil,

E da lembrança de um tal portento

Restam-nos hoje, no silêncio hostil,”

 

Reduzido à dimensão inicial,

No cantinho da nacionalidade,

E apenas só nos resta afinal

O mar universal e a saudade.”

 

António Boavida Pinheiro

Postado por Liliana Josué

 

 

 

 

publicado por cantaresdoespirito às 23:36

Maio 30 2010

(Temático)

 

MOTE

 

“Perdi-me dentro de mim

Porque eu era labirinto

E hoje, quando me sinto

É com saudades de mim.”

 

GLOSA

 

Que procuro? Nem eu sei.

No princípio, meio ou fim,

Do muito que procurei

Perdi-me dentro de mim.

 

Foi tão grande a confusão

Que encontrei, que mal pressinto,

Perdi pois meu coração

Porque eu era labirinto.

 

Sem saber o que fazer,

Como sair do recinto

Sensação de entontecer

E hoje, quando me sinto

 

Querer de novo viver,

Do princípio até ao fim

E se algo acontecer,

É com saudades de mim.

 

António Boavida Pinheiro

Postado por Liliana Josué

publicado por cantaresdoespirito às 23:34

Maio 20 2010

(TEMÁTICO)

 

MOTE

 

Eu não sou eu nem sou o outro

Sou qualquer coisa de intermédio

Pilar de ponte de tédio

Que vai de mim pata o Outro.

 

GLOSA

 

Quem sou? Não quero saber.

Não procuro nem me afoito,

Sei que vivo por viver,

Eu não sou eu nem sou o outro.

 

Sou só um ser passageiro

Sem ter cura, nem remédio,

Nem último, nem primeiro,

Sou qualquer coisa de intermédio.

 

De viver já estou cansado,

E a morte já faz assédio

Se existo, triste é meu fado,

Pilar de ponte de tédio.

 

Em redor no horizonte,

Procuro mas não encontro,

P’ra estabelecer a ponte

Que vai de mim para o Outro.

 

António Boavida Pinheiro

Postado por Liliana Josué

 

 

publicado por cantaresdoespirito às 19:25

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